Com incerteza eleitoral, risco-país do Brasil é o 2º que mais cresce na América Latina

Com incerteza eleitoral, risco-país do Brasil é o 2º que mais cresce na América Latina

 

 

 

Ainda sem ter se recuperado da crise, a economia brasileira sofre também os efeitos do calendário eleitoral. Diante da indefinição sobre o próximo governo – e, consequentemente sobre a política econômica a ser adotada a partir do próximo ano – vem crescendo a percepção de risco dos investidores internacionais em relação à economia brasileira. Entre as principais economias latinoamericanas, o risco do Brasil só subiu menos que o da Argentina.

O dólar em alta é o indicativo mais visível do crescimento da desconfiança dos investidores em relação ao Brasil. Na segunda-feira, a moeda dos EUA fechou no maior valor em mais de 2 anos, a R$ 3,95, enquanto investidores buscavam destinos mais seguros que o Brasil para o seu dinheiro.

Todos os países emergentes têm sofrido com a piora das condições da economia mundial. O que tem definido a intensidade da reação dos investidores são os desequilíbrios macroeconômicos de cada economia. No caso brasileiro, há uma incerteza com o futuro das contas públicas e, se o próximo governo vai seguir com o ajuste fiscal.

Saiba mais em: https://g1.globo.com/economia/noticia/2018/08/21/com-incerteza-eleitoral-risco-pais-do-brasil-e-o-2o-que-mais-cresce-na-america-latina.ghtml

 

 

 

 

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